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A Morte de Robin Hood

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Region: US

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newsimpacthub Review

E aí, galera cinéfila! Lucas Bastos na área, e hoje a gente vai mergulhar de cabeça em A Morte de Robin Hood, o filme de 2026 que prometeu uma reinvenção do nosso herói fora da lei favorito. E olha, o Michael Sarnoski, que dirigiu o aclamado "Pig", chega com uma proposta que me deixou com um pé atrás e o outro pulando de curiosidade.

A sinopse já entrega o tom: um Robin Hood ferido, assombrado pelo passado, sendo cuidado por uma mulher misteriosa. Isso por si só já é um prato cheio para um drama psicológico disfarçado de aventura. E o filme entrega essa vibe de redescobrir o personagem. A atuação do Hugh Jackman, como sempre, é um show à parte. Ele traz uma profundidade ao Robin Hood que a gente raramente vê. Não é mais o herói invencível, mas um homem quebrado, confrontando seus demônios internos. A Jodie Comer, nesse papel de mulher misteriosa, tem uma química inegável com ele, e a forma como ela o "recolhe das sombras" é um dos pontos altos da narrativa, dando um fôlego novo ao que poderia ser só mais uma história de redenção.

Agora, nem tudo são flores, né? A Morte de Robin Hood tem seus tropeços. Com 123 minutos, em alguns momentos a narrativa se arrasta um pouco, especialmente quando o filme se perde nos flashbacks e nas divagações do protagonista. A direção do Sarnoski, que é tão minimalista e focada em "Pig", aqui parece um pouco indecisa entre o drama introspectivo e a ação que o gênero "Robin Hood" quase exige. O elenco de apoio, com nomes como Bill Skarsgård e Murray Bartlett, está lá, mas suas participações, em alguns momentos, parecem subaproveitadas, como se servissem mais para pontuar a jornada de Robin do que para ter um arco próprio.

No fim das contas, A Morte de Robin Hood é um filme corajoso, que tenta desconstruir um mito e nos mostrar um lado mais humano e frágil do herói. A nota 6.3/10 reflete bem essa dualidade: um filme com grandes acertos nas atuações e na proposta temática, mas que derrapa um pouco na execução e no ritmo. Vale a pena assistir se você busca uma abordagem diferente e mais melancólica para a lenda, mas vá preparado para um drama mais denso do que a aventura que o título pode sugerir. É um Robin Hood para pensar, não só para torcer. E eu, Lucas Bastos, adoro um filme que me faz pensar!

Lucas Bastos
Lucas Bastos
Reviewed on August 19, 2026