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E aí, galera cinéfila! Lucas Bastos na área, e hoje a gente vai mergulhar de cabeça em Rage of Stars, um filme que promete muito no papel, mas que, na prática, me deixou com um misto de sentimentos. Lançado em 2026, esse thriller de ação e ficção científica do Łukasz Róg chega com uma proposta ambiciosa, mas será que entrega o que promete?
Olha, de cara, a ideia de Rage of Stars é instigante. A gente tem um elenco internacional, com a Andrea Tivadar e o Jord Knotter à frente, o que já me deixou curioso. O Łukasz Róg tenta criar um universo denso, com ares de ficção científica que, por vezes, flertam com o terror psicológico. E é aqui que o filme acerta em alguns momentos: a atmosfera é palpável, sabe? Aquela sensação de perigo iminente, de que algo maior e mais complexo está acontecendo, ela existe. A direção de arte e a fotografia, em certos planos, são de tirar o chapéu, criando imagens que ficam na mente.
Mas, e sempre tem um "mas", né? A nota 5.4/10 já dá uma pista. O grande calcanhar de Aquiles de Rage of Stars, pra mim, é o roteiro. A narrativa, que deveria ser o pilar de um bom thriller, se perde em alguns arcos que não se conectam tão bem quanto deveriam. As performances, embora competentes, como a da Andrea Tivadar que realmente se esforça pra dar profundidade à personagem, às vezes são minadas por diálogos que soam um pouco genéricos. A gente sente que há um potencial enorme ali, mas a execução, especialmente no desenvolvimento dos personagens e nas motivações, deixa a desejar. O ritmo, em certos momentos, oscila bastante, o que pode testar a paciência de alguns espectadores.
No fim das contas, Rage of Stars é como um prato bonito, com ingredientes de primeira, mas que o chef não conseguiu harmonizar perfeitamente. Tem seus momentos de brilho, especialmente na criação de um clima de tensão e em algumas sequências de ação bem coreografadas, mas a história principal tropeça na própria ambição. Vale a pena ver se você é fã de ficção científica e não se importa em relevar algumas falhas narrativas. Mas vá com expectativas moderadas, porque a raiva das estrelas pode acabar sendo mais um suspiro do que um grito.




